Aos dezessete anos, Ava Dellaira


12/02/2019
Brubs.

Em seu novo romance arrebatador, a autora de Cartas de amor aos mortos apresenta uma mãe e uma filha que precisam compreender o passado para poder seguir em frente.
Quando tinha dezessete anos, Marilyn viveu um amor intenso, mas acabou seguindo seu próprio caminho e criando uma filha sozinha. Angie, por sua vez, é mestiça e sempre quis saber mais sobre a família do pai e sua ascendência negra, mas tudo o que sua mãe contou foi que ele morreu num acidente de carro antes de ela nascer.
Quando Angie descobre indícios de que seu pai pode estar vivo, ela viaja para Los Angeles atrás de seu paradeiro, acompanhada de seu ex-namorado, Sam. Em sua busca, Angie vai descobrir mais sobre sua mãe, sobre o que aconteceu com seu pai e, principalmente, sobre si mesmo.

Marilyn viveu um grande amor aos dezessete anos; desse amor nasceu Angie e por escolha própria resolveu criar sua filha sozinha. Angie cresceu sabendo pouca coisa sobre seu lado paterno, porém sempre teve curiosidade. Angie se envolveu com Sam, um namorado no qual sua mãe não aceitava muito. O que Angie não sabia era que sua mãe sofreu muito quando nova, tinha uma mãe que queria que ela fosse famosa, viviam mudando de casa, pois nunca tinham dinheiro suficiente. Marilyn era obrigada pela mãe a ser modelo, atriz... Sofreu abusos dos produtores, e sua mãe achava normal, mas o que Marilyn realmente queria era ser fotógrafa. Marilyn conheceu o pai de Angie na sua adolescência aproveitava cada minuto com ele, era onde encontrava paz, porém tudo mudou.

Aos dezessete anos, é um livro que me chamou atenção por ser da mesma autora de Cartas de amor aos mortos. O livro nos traz uma relação difícil de mãe e filha, uma nova geração no qual a filha não sabe o que realmente aconteceu com seu pai e vai atrás de resposta.
É divido em partes, parte que narra a história de Marilyn no qual é a melhor em minha opinião e na outra parte que é da Angie, onde é focada a maior parte da história, Angie foge com seu ex-namorado em busca de resposta do pai, será que essas respostas serão positivas? Angie é uma garota teimosa, que para mim pareceu que só pensava em seu próprio umbigo, já sua mãe com todo defeito é doce e vive pela filha.

A história tinha tudo para ser boa, mas foi uma decepção; a história se estendeu muito e perdeu todo o encanto que eu tinha antes de iniciar leitura, cheguei a quase abandoná-lo, mas insiste fui até o fim, mas não teve um grande acontecimento na história, foi mais do mesmo. Mas indico a leitura a todos vai que da certo para você?!

Observações sobre autora/livro:

Ava Dellaira é formada pela Universidade de Chicago e mestre pela Iowa Writers’ Workshop. Ela cresceu em Albuquerque, no Novo México, onde passou incontáveis tardes de verão fazendo poções mágicas, lutando contra bruxas más e se divertindo com outras brincadeiras inventadas, que provavelmente contribuíram para que se tornasse uma contadora de histórias. Atualmente vive em Santa Monica, na Califórnia, onde trabalha na indústria cinematográfica e escreve seu segundo romance. Aos dezessete anos foi publicado pelo selo Seguinte (Companhia das Letras) no ano de 2018 com 448 páginas. Classificação: 2/5

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