Azul da cor do mar, Marina Carvalho


04/09/2017
Brubs.

ACASO, DESTINO ou LOUCURA? No caso de Rafaela, Pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível.
Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez... A idéia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida.
Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando de Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do Mundo.
Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços -, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa... E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego.
Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão.

Recebi Azul da cor do mar quando eu tinha meu próprio blog e era parceira da editora, ou seja, há mil anos atrás, desde então não consegui encaixar o mesmo na leitura até agora, logo de cara e por ter lido outro livro da autora sabia que seria uma leitura leve e juvenil, bem no estilo sessão da tarde e não deu outra.

Apesar ter gostado da história teve algumas partes que achei muito fraca, exemplo a parte da Rafa com um traficante, eu achei bastante falso, fraco, mal escrito, ficou claro que a autora não estudou e não pesquisou como os traficantes agem nesse momento, posso estar extremamente errada quanto a isso, mas foi o que eu senti e preciso ser sincera sobre meus sentimentos com vocês queridos leitores.

De resto eu gostei bastante, achei os personagens bem construídos e estruturados, achei a Rafa muito engraçada, destrambelhada, o que é seu charme maior. Bernardo por outro lado, seu mal humor era seu lado sexy, o que me conquistou. Bernardo era maduro e centrado, Rafa era avoada e super alto astral, uma ótima mistura.

Os outros personagens foram especiais, cada um teve seu papel muito bem feito dentro da história, até Dom foi lindo. Foi uma história bem estrutura, com seu lado negativo, mas com final satisfatório, confesso que eu me prendi tanto na história que fiquei com olhos marejados em alguns momentos. 

Bom gente, vou finalizar, que fique claro que minha crítica foi algo que eu senti, não estou acusando que a autora não pesquisou, só estou falando o que eu realmente senti lendo. Enfim indico a leitura a todos que curtem esse tipo de leitura.

Observações sobre o autor/livro:

Marina Carvalho, nasceu em Ponte Nova, Minas Gerais. Adora queijo, rock progressivo, pudim de leite condensado, café com pouco açúcar e filmes com finais felizes. Formou-se em Jornalismo na PUC-Minas e exerceu o cargo de assessora de comunicação. Hoje é professora de língua portuguesa e literatura. Ela mora em sua cidade natal com o marido, os dois filhos e Lilica, uma poodle de 14 anos que pensa ser um pitbull. Azul da cor do mar foi publicado em 2014 pela editora Novo Conceito com um total de 334 páginas. Classificação: 3/5.

Comentários via Facebook

3 comentários:

  1. Oi! Não entendi muito bem a história em si, mas que pena não ter te agradado. Bjos ❤

    Click Literário

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  2. Oi Brubs, que saudade de você!!

    Então, eu li este livro tem um tempinho, não foi perfeito né, mas no geral eu gostei, eu lembro dessa parte dos traficantes, eu fiquei meio que chocada com essa parte, mas bem, depois disso não li mais nenhum livro da autora, também não sei se tenho vontade, foi uma leitura jovial mesmo e tento não ler este estilo..

    Beijos Mila
    https://dailyofbooks.blogspot.com/

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  3. Oie sumida!

    Bom te ver ativa na blogosfera novamente <3

    Então vou te contar que não curti muito um livro que li da autora e por esse motivo, não tenho aquela curiosidade em conhecer outras obras dela.

    As vezes me sinto mal quando pego "birra" com um autor, por que a não ser que outra história dele me chame muita atenção, acabo nunca dando uma segunda chance.


    Beijos;***
    Ane Reis | Blog My Dear Library.

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